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A Rede Amazônia Sustentável (RAS), composta por pesquisadores de mais de 30 instituições do Brasil e do exterior, é uma iniciativa criada com o objetivo de produzir e aplicar evidências científicas como caminho para fortalecer a sustentabilidade na região Amazônica

O QUE FAZEMOS

A RAS, fundada em 2009, nasceu da integração de vários projetos de pesquisa de grande escala. Hoje, somos uma rede internacional multidisciplinar de pesquisa e aprendizado sobre a sustentabilidade dos usos da terra. Buscamos promover o diálogo entre cientistas e tomadores de decisão nas diferentes escalas governamentais (local, regional e federal) e acreditamos na importância em comunicar os resultados de nossos estudos para públicos mais amplos.

QUEM SOMOS

A Rede Amazônia Sustentável (RAS) é coordenada institucionalmente por: Embrapa Amazônia Oriental, Universidade de Lancaster (Reino Unido), Museu Paraense Emílio Goeldi, Instituto Ambiental de Estocolmo (Suécia), Manchester Metropolitan University (Reino Unido). Os integrantes e colaboradores da RAS são geridos por um comitê formado por quatro membros:

Comitê Gestor da RAS


Joice Ferreira

Embrapa Amazônia Oriental (Brasil)

É pesquisadora da Embrapa Amazônia Oriental, bióloga, cofundadora da Rede Amazônia Sustentável (RAS) e professora associada à cursos de pós-graduação da Universidade Federal do Pará. Realiza pesquisas na Amazônia há 15 anos, abrangendo a busca de soluções para conciliar conservação ambiental, agricultura e uso de florestas.

Jos Barlow

Universidade de Lancaster (Reino Unido)

Professor de Conservação em Lancaster, no Reino Unido, e cofundador da Rede Amazônia Sustentável (RAS), integra o corpo docente de cursos de pós-graduação da Universidade Federal do Pará e lidera vários projetos de pesquisa na região de Santarém em parcerias Brasil-Reino Unido. Trabalha na Amazônia brasileira desde 1998.

Toby Gardner

Instituto Ambiental de Estocolmo (Suécia)

Pesquisador sênior do Instituto Ambiental de Estocolmo (SEI, na sigla em inglês), onde é um dos líderes da Iniciativa de Sustentabilidade de Produtor para Consumidor e a recém-lançada plataforma Transparência para Economias Sustentáveis (Trase). Acumula 15 anos de experiência com sustentabilidade dos usos da terra nos trópicos. Trabalha extensivamente na Amazônia brasileira, sendo um dos fundadores da Rede Amazônia Sustentável.

Alexander Lees

Universidade de Manchester (Reino Unido)

É professor de Ecologia Tropical na Universidade Metropolitana de Manchester, no Reino Unido, e pesquisador associado no Laboratório de Ornitologia da Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Atua na Amazônia desde 2004, quando começou a investigar os impactos da fragmentação de hábitat para as aves da floresta em seu doutorado pela Universidade de East Anglia, no Reino Unido. É ligado ao Museu Paraense Emílio Goeldi, onde passou cinco anos como pós-doutorando, e à Universidade de Cornell (Reino Unido).

Erika Berenguer

Universidade de Oxford (Reino Unido)

Brasileira, pesquisadora sênior nas Universidades de Oxford e Lancaster (Reino Unido), especializada em florestas tropicais. Seus estudos se concentram na compreensão de como os distúrbios causados pelo ser humano levam à degradação das florestas tropicais, especificamente seus efeitos sobre os estoques de carbono e a diversidade de plantas na Amazônia brasileira.

Cecília Gontijo

Universidade de São Paulo (Brasil)

Bióloga, pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP), campus Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALq). Iniciou sua atuação na Amazônia durante o doutorado pelas Universidades Federal de Lavras (MG) e de Lancaster (Reino Unido), em 2009. Entre 2016 e 2018, foi pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém (PA). Em uma década de pesquisas na Amazônia, tem investigado os impactos das atividades humanas na biodiversidade dos igarapés, como são chamados os pequenos rios amazônicos.

100 pesquisadores integram a RAS em diferentes níveis de atuação

ONDE ATUAMOS

O trabalho da RAS foi iniciado com uma rede de mais de 400 locais de estudo e propriedades agrícolas na região de Paragominas e Santarém, no Pará, produzindo conhecimento com potencial de extrapolação para outras regiões amazônicas. Estas mesmas paisagens têm sido mantidas como cenários de estudo e monitoramento em diferentes projetos. Ao mesmo tempo, temos ampliado nossa área de foco para outras áreas da Amazônia Oriental, o que nos permite cruzar dados coletados em diferentes períodos e regiões. Essa ampla gama de informações nos ajuda a entender os impactos ecológicos e sociais de uma Amazônia em transformação.

PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS

Integrantes da RAS foram autores de centenas de publicações científicas na última década, tendo ocupado espaço de destaque em algumas das principais revistas e jornais do gênero no mundo, tais como Nature, Science, Ecology Letters, Nature Climate Change, Biological Conservation, Ecology & Society e outros.

Policy Briefs produzidos pela RAS

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MÍDIA

O trabalho desenvolvido pela RAS tem influenciado a elaboração de políticas públicas, motivou debates em gabinetes, universidades e nas redes sociais, além de ganhar as páginas de jornais, sites e revistas. Entre os meios de comunicação que já amplificaram o alcance do trabalho dos pesquisadores da RAS estão Folha de S.Paulo, Estadão, El País, Washington Post, BBC, The Guardian, Mongabay, O Eco, Valor, Nexo, InfoAmazonia e Ambiental Media, além de emissoras de TV como Globo, SBT e Cultura.

PARCEIROS

PARCEIROS DA RAS

  • Arthur Rylah Institute
  • Boston University
  • Centre de coopération internationale en recherche agronomique pour le développement – CIRAD
  • Centro de Energia Nuclear na Agricultura, Universidade de São Paulo
  • Departamento de Economia, Universidade de São Paulo (USP)
  • Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Esalq/USP
  • Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo
  • Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
  • Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (IMAZON)
  • Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA)
  • London School of Economics (LSE)
  • Manchester Metropolitan University
  • Oregon State University
  • The Nature Conservancy (TNC)
  • U.S. Environmental Protection Agency Office of Research and Development
  • Universidade do Estado do Pará (UEPA)
  • Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
  • Universidade Federal de Goiás (UFG)
  • Universidade Federal de Lavras (UFLA)
  • Universidade Federal de Viçosa (UFV)
  • Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)
  • Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Universidade Federal Mato Grosso (UFMT)
  • Universidade Rural da Amazônia (UFRA)
  • University of Cambridge
  • University of Canberra
  • University of Exeter

PRINCIPAIS AGENTES FINANCIADORES

  • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
  • Darwin Initiative (DFID)
  • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
  • Natural Environment Research Council
  • Swedish Research Council Formas
  • The Nature Conservancy

OUTROS AGENTES FINANCIADORES

  • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)
  • A Fundação Amazônia Paraense de Amparo à Pesquisas do Pará (FAPESPA)
  • A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG)
  • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
  • British Council
  • Royal Society
  • Banco Itaú